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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Diário de bordo - Santa Marina


Resultado de imagem para barco seculo XVIII tempestadeAos quinze dias de julho de um mil seiscentos e quarenta e dois do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo, além do relatado no da de ontem, hoje pela manhã com chuva e trovoes e o vinho está preste a acabar pois fizemos uma festa ontem a noite acabou um pouco tarde pois se embriagaram de mais por que Rafael com sua bravura matou uma baleia filhote de um mil e trezentos quilos que fazia meses que nasceu  então ele montou nela e a matou e ontem servimos carne de baleia cru juntamente com vinho por isso hoje está quase acabando,hoje está um pouco frio com chuva, avistamos uma ilha com barcos em volta mas acabamos desistindo pois nosso forte de canhões de fogo não estavam preparados para uma guerra violenta como essa mas por nosso azar os franceses nos viram e nos atacaram,mas o Paulo com seu estilingue acertou os dois olhos do capitão francês e ele acabou ficando cego dos dois olhos pois foi lançado duas pedras e acertou eles e ele ficou sem enxerga então conseguimos derrota-los mas não comemoramos pois já é típico do Paulo fazer esse tipo de coisa quando foi umas treze horas o sol apareceu e os vento batia em nossos cabelos aquilo sim foi algo extraordinário mas nossa aventura não acabou por aqui pois descemos em uma cidade em busca de mantimentos para nossa jornada então fomos e conseguimos mais moedas de ouro e mais mantimentos e conseguimos, quando foi de noite um de nosso membro começou a passar mal não sabíamos o que ele tinha apenas rezamos quando foi umas vinte e duas horas ele acabou falecendo foi uma morte trágica para nós,"mas fazer o que é a vida tudo que nasce morre e as vezes não podemos nos rebaixar" ficamos tristes, então jogamos o corpo no mar e seguimos em frente com nossa jornada e aventura.

Heloyse Nunes da Silva 7ºC =N°12

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Diario de Bordo - Vera Cruz

COIMBRA,No dia vinte e quatro de Abril de mil e quinhentos e setenta e seis do nascimento de nosso senhor Jesus Cristo.
Alem dos fatos ocorridos no dia de ontem,o navio quase afundou só não afundou,porque a pedra que era a base do navio não deixou o navio afundar.
Confesso que eu Pedro fiquei com um pouco de medo,por,um momento pensei que nós iriamos morrer,mas no final deu tudo certo.
O capitão Afonso decidiu reunir os embarcadores para que todos podecem comer alguma coisa.Quando nós fomos comer algumas comidas estavam estragadas e cheias de fungos.
No navio não tinha muitas comidas já que a maioria estava estragada.Por sorte nós encontramos umas comidas que ainda estavam inteiras. Derrepente um cara chamado Gustavo começou a passar mal e outro cara chamado Kelvin também começou a passar mal,segundo o capitão eles tinham comido uma das comidas estragadas e começaram a passar mal.Eles até tentaram tomar alguns remédios que tinham no navio mas infelizmente não resistiram e morreram.
O capitão estava triste porque muitas pessoas estavam morrendo. Mas ele logo se animou porque nós já estávamos chegando a o nosso destino que era a Índia.
Nós continuamos a nossa viagem...

NOME: Geovanna de Oliveira de Medeiro.
NUMERO:11 7°A