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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Diário de bordo- Santa Luzia

     Aos dezessete  dia de julho de mil seiscentos e quarenta e dois ,do ano de nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo,apos os registros de ontem. nesse barco tinha comidas estragadas e comidas que ainda dava  para ser digeridas , tivemos um ia não muito bom , pois não ventou o dia inteiro e não conseguimos sair do lugar, tentamos o possível e o impossível para tentarmos sair do meio do mar, por pouco deixamos de conseguir comida (como coco , peixe e etc) , vimos um peixe enorme quase confundimos com uma baleia cinzenta , o grumete Paulo conseguiu mata-lo e cortar as melhores partes do peixe , demos para nosso açougueiro Pablo e enfim tivemos um ótimo  almoço  . o dia foi se escurecendo e todos foram para sua cama ,mas eu não estava com sono então fiquei la fora vento a vista pelo barco , e depois de um tempo ... fui para minha cama .                         

Aniely Medeiro 7 ANO C N 01 



quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Diario de bordo - Santa Luzia


Aos deseis dias de julho de um mil seiscentos e quarenta e dois do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo,       nesse dia passamos uma grande dificuldade,um dos mediantes quebrou a perna e tinha uma grande ferida que em desespero não sabíamos oque fazer,naquele momento eu vi uma madeira e eu pensei que podiamos substituir sua perna,sabíamos que ele nao ia gosta muito disso mas oque importa ninguém mandou ele nao  se cuidar direito , sabia muito bem que ele tinha livre arbitrio de escolher vir a essa viagem ou nao. as conseguem cias eram dele e nao minha nao importa muito mas porque nao e algo que eu nunca tinha visto, mas iamos ajudar ele porque nao dariamos conta de continuar a viagem sozinhos. quando vi aquela madeira eu a peguei rapidamente e sai correndo em busca de um cozinheiro para ele me ajudar, e contei rapidamente para ele o que avia ocorrido e ele pegou uma faca e foi junto a mim ajudar o mediante ,  naquela hora o cozinheiro amputou a perna dele e substituiu pela madeira. eu fiquei muito impressionado quem diria que um simples cozinheiro tinha habilidade para ser um curandeiro.E continuamos nosso percurso esperando os perigos nos buscarem.


\ YASMYN VITORIA SANTOS MACHADO N 36 7 E

Diário de Bordo - Santa Marina


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Aos trinta dias de um mil seiscentos e quarenta e dois ,depois do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo,após os fatos relatados no dia de ontem,Hoje minha trigésima experiência comandando  o navio santa marina, encontramos uma ilha deserta onde achamos alguns animais, frutas e um lugar para nos refrescarmos,a vida aqui no navio esta ficando cada vez mais difícil meus homens estão morrendo  e de trinta pessoas fomos para vinte , dez pessoas mortas, estão me cobrando muito para voltarem vivos e eu não sei mais oque eu faço, bom já que encontramos essa ilha vamos fazer uma fogueira e assar alguns peixes. Há um barco de longe se aproximando tomara que não tenhamos que ter mais uma batalha.

  

Beatriz Biazim Nº 03

Diário de bordo - Santa Marina


Resultado de imagem para barco seculo XVIII tempestadeAos quinze dias de julho de um mil seiscentos e quarenta e dois do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo, além do relatado no da de ontem, hoje pela manhã com chuva e trovoes e o vinho está preste a acabar pois fizemos uma festa ontem a noite acabou um pouco tarde pois se embriagaram de mais por que Rafael com sua bravura matou uma baleia filhote de um mil e trezentos quilos que fazia meses que nasceu  então ele montou nela e a matou e ontem servimos carne de baleia cru juntamente com vinho por isso hoje está quase acabando,hoje está um pouco frio com chuva, avistamos uma ilha com barcos em volta mas acabamos desistindo pois nosso forte de canhões de fogo não estavam preparados para uma guerra violenta como essa mas por nosso azar os franceses nos viram e nos atacaram,mas o Paulo com seu estilingue acertou os dois olhos do capitão francês e ele acabou ficando cego dos dois olhos pois foi lançado duas pedras e acertou eles e ele ficou sem enxerga então conseguimos derrota-los mas não comemoramos pois já é típico do Paulo fazer esse tipo de coisa quando foi umas treze horas o sol apareceu e os vento batia em nossos cabelos aquilo sim foi algo extraordinário mas nossa aventura não acabou por aqui pois descemos em uma cidade em busca de mantimentos para nossa jornada então fomos e conseguimos mais moedas de ouro e mais mantimentos e conseguimos, quando foi de noite um de nosso membro começou a passar mal não sabíamos o que ele tinha apenas rezamos quando foi umas vinte e duas horas ele acabou falecendo foi uma morte trágica para nós,"mas fazer o que é a vida tudo que nasce morre e as vezes não podemos nos rebaixar" ficamos tristes, então jogamos o corpo no mar e seguimos em frente com nossa jornada e aventura.

Heloyse Nunes da Silva 7ºC =N°12

domingo, 29 de setembro de 2019

Diário de bordo - Vera Cruz


Resultado de imagem para baleia barco sec xviAos dia dezenove de agosto de um mil quinhentos e onze do ano de nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo,após os registros dos fatos de ontem,  estávamos navegando tranquilamente, quando o grumete  João viu, lá do ninho do corvo,  uma movimentação diferente no mar  e de repente o céu, de azul claro foi ficando cinza escuro e apontava para uma tempestade. Foi nesse momento que a nau recebeu uma grande batida no casco de estibordo e todos correram para ver era um tubarão enorme de mais de cinco metros que atacou a nau atrás dos homens que estavam pendurados na lateral da nau, para limpar o mosto e a umidade. Com o baque dois homens caíram no mar, foram atacados pelo monstro e não se viu mais eles. Na tarde o açougueiro trouxe ainda piores notícias que cinco marinheiros morreram sendo dois da tripulação e três degradados, vítimas das doenças da barriga e logo pegaram os corpos deles e jogaram no mar Talvez tenha sido isso que tem atraído esses tubarões em volta de nosso barco. Essa doença veio para a nau depois que o capitão viu um barco a toa e decidiram abordar o barco, mas o que encontraram um barco  cheio de sangue e corpos feridos, cataram o que puderam e voltaram para nosso, mas eu acredito que o demônio da doença acompanhou as pessoas, pois mesmo depois que viram uma ilha a frente e tinha muita comida e decidiu parar pra pegar comida, pois a situação de fome estava grave e já tínhamos perdido toda comida ao apodrecer com a umidade e calos do mar, começou a praga outros cinco  marinheiros não haviam aguentado veiram a óbito no barco, naquele mesmo dia.



Vitoria Gabrieli Guandelini Dias
Número:33