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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Diário de Bordo - Salvador

                                                                    Diário de Bordo

Aos quatorze de novembro de um mil seiscentos e quarenta e nove, do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo depois dos fatos já relatados no dia de ontem, hoje de  manhã quando acordamos, percebemos que alguns dos tripulantes sumiram e só vimos que parte do tesouro do Capitão do navio, estava todo espalhado pela proa, muitas moedas, pedras preciosas, mas ninguém ousou tocar nelas com o medo que tínhamos do Capitão No entardecer, depois dos tripulantes terem procurado os sumidos um barco apareceu e dois dos que haviam desaparecido voltaram com a pele toda vermelha e cheia de pústulas,  dizendo que todos os que fugiram  estavam condenados, pois para a ilha que haviam fugido todos estavam com a peste. Mas eles nem bem acabaram de falar que o Capitão, mandou atirar neles, depois com ganchos joga-los no mar e amarraram o bote no navio e o capitão dizia, quem quises pode pegar o tesouro no barco, mas ficará lá e saia rindo alto ha, ha, ha  peguem o tesouro, ha ha ha



Pedro Saito nº 28


Edição Rute & Maísa.

Diário de Bordo - Santa Marina



  Aos vinte e um dias de julho de um mil seiscentos e quarenta e dois do nascimento do Senhor Jesus Cristo, apos os fatos relatados no dia de ontem, hoje mal me alimentei, o mar estava agitado e estava chuvoso por isso estávamos enjoados, a chuva me fez lembrar da minha família me pergunto se eles estão bem, sinto falta deles, estava olhando para os lados e vi um escravo ao lado vomitando, pois o barco estava balançando muito, alguns dos escravos fizeram a greve de fome era horrível presenciar a cena na hora de se alimentar, os tripulantes abriam a boca dos escravos para que eles não morressem de fome. no mesmo dia onde estávamos, estava fedendo, pois havia vários corpos estava nojento, pois os corpos estavam se decompondo. a noite o Capitão Sebastião e os tripulantes estavam felizes, pois haviam pegado uma baleia, como nos eramos escravos nos só comemos uma pequena quantidade da carne da baleia, na mesma noite o navio quase afundou, pois haviam rochas pontudas bem escuras, devido a pouca visibilidade, o Capitão Sebastião não conseguiu ver, mas o Almirante José avistou-as a tempo antes que acontecesse uma tragedia já que o barco era de madeira, quem me contou isso foi o Padre Augusto, antes de dormimos o padre realizou uma oração para que Jesus Cristo nos guardasse aquela noite, mas ainda me pergunto ate quando vou aguentar essa situação?



Hevilyn Oliveira Pires  7C N 13

domingo, 29 de setembro de 2019

Diário de Bordo - Vera Cruz

Aos doze dias de agosto de um mil quinhentos e onze do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo, após os relatos de ontem nesta terça feira, um dos marinheiros das grandes navegações perdeu uma perna ao entrar uma ferpa infeccionou e perdeu o movimento,tiveram q cortar a perna do tripulante . Como não tinham remédios suficientes jogaram-o para fora do navio e ficaram com um marinheiro a menos.Quando já era de tarde os o capitão liberou todos para um descanso e para beber um pouco , todos estavam ne uma resenha quando dois homens começaram a discutir , um homem tacou uma garrafa de vidro na cabeça do outro e o matou na hora , o capitão já cansado de brigas resolveu jogar o morto fora do barco. Mas como punição para o homem que matou , o capitão levou - o para o andar de baixo e o chicoteou o homem até marcar e depois o deixou uma semana sem alimento
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